No século XIX, Violanta Luzia de São José, doou 288 hectáres de terra para a construção da capela do Divino Espírito Santo. A partir daí, começou a se formar um núcleo chamado Povoado Espírito Santo da Forquilha. Em 1919, em homenagem ao governador do Estado, Delfim Moreira da Costa Ribeiro, a cidade recebeu o nome de Delfinópolis. A cidade possui 1.375 km2 de área, 6.501 habitantes, altitude variando entre 671m e 1.400m. Nas atividades agrí-colas, destacam-se: milho, café, cana-de-açúcar, banana, arroz, feijão e melancia. Na pecuária: leite e seus derivados, gado de corte e suinocultura.

A pequena cidade tem mais de 150 cachoeiras: são somente 40 pessoas para cada queda d'água. A maioria fica dentro de propriedades particulares e o turista geralmente consegue visitar mais de 10 por dia. As paisagens são idênticas ao vizinho Parque Nacional da Serra da Canastra. Há dois acessos: por Cássia, através de Balsa, ou por São João Batista do Glória, por estrada de terra.


Peças indígenas domésticas e de guerra encontradas há bem pouco tempo em terras de Delfinópolis evidenciam o fato da região ter sido habitada por índios Tupiniquins e Carijós.

A construção da barragem dos Peixotos determinou a inundação de cerca de 5.000 alqueires de terras cultiváveis e de primeira qualidade. Lugares tradicionais e históricos como a Ponte do Surubi e a cachoeira de Santo Antônio, desapareceram ou tornaram-se inacessíveis.

Delfinópolis é a opção de natureza tranqüila. Das serras que circundam o município, entre elas: Preta, Gurita, Canastra, do Cemitério, Sete Voltas, Babilônia surgem mais de 150 cachoeiras e uma extrema riqueza de fauna e flora, a cidade mineira atrai interessados em fugir do urbano. A Serra Preta é um santuário ecológico que sobrevive praticamente intacta à exploração humana. Uma região cercada por cachoeiras, córregos de águas cristalinas, piscinas naturais, rios, grutas, fontes de águas quentes e lagos com pequenas praias de areia branca.

A cidade possui infra-estrutura básica para atender os que a visitam; pousada, bares, restaurantes, guias locais, hospital Municipal, postos de saúde, farmácias, posto de gasolina, e ônibus para São Paulo, Belo Horizonte e cidades vizinhas.

O CAT (Centro de apoio ao Turista) implantado na cidade oferece além de guias treinados, muitos e variados roteiros para atender a todos.

Ao percorrer as trilhas que conduzem às numerosas cachoeiras, poços e piscinas o turista se deslumbra com riqueza da flora e fauna típicas do cerrado com grande variedade. Freqüentemente pode-se encontrar tamanduás-bandeira, lobo guará, tucanos, veados campeiros, tatus canastra, siriemas e muitos outros animais silvestres.


Venha conhecer a parte mais bela do Parque Nacional da Serra da Canastra, entrando pelo portal de Delfinópolis. |